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Construção feita e ocupada por uma colônia de cupins. É composta de barro e fezes e uma substância semelhante a papel feita de madeira mastigada.

As condições dentro do ninho são escuras, úmidas e frescas e atendem aos requisitos de cupins não pigmentados, principalmente cegos. Os operários constroem trilhas ou galerias radialmente a partir do ninho em todas as direções e conectam o termiteiro com os locais onde a colônia coleta alimento. Essas galerias subterrâneas atingem cerca de 20 a 50 cm de profundidade ou são construídas com barro, presas a um caule ou outros substratos. O sistema de galerias pode ser enorme, atingindo um raio de 50 a 100 metros ao redor do ninho.

Cada espécie de cupim constrói seu tipo particular de ninho, seja um ninho de montículo feito no solo; ou um ninho subterrâneo em um tronco enterrado, toco em decomposição ou raiz; ou um ninho de árvore preso a um galho ou caule. Ninhos em montículos podem atingir uma altura de até seis metros.

Algumas espécies (por exemplo, Nasutitermes triodae) constroem cupinzeiros catedrais muito altos e compactos, que podem atingir seis metros de altura e trinta metros de diâmetro.

O cupinzeiro pode apresentar anomalias geoquímicas em relação aos solos circundantes, característica que é utilizada como indicador na prospecção mineira.

Quando a colônia abandona o cupinzeiro, êste sofre rápidos processos erosivos e acaba colapsando, com o qual o material é depositado no solo circundante, o que afeta suas propriedades físicas, químicas e biológicas.