Técnica de fitorremediação que consiste na estimulação pelas raízes das plantas dos microrganismos autóctones presentes na rizosfera.
A estimulação da atividade microbiana, pelas plantas, é alcançada graças a exsudatos radicais contendo vários compostos orgânicos que podem servir de fontes de energia para microrganismos. Exsudatos também podem atuar como indutores de genes microbianos envolvidos na degradação, ou como co-metabólitos necessários para que a degradação contaminante ocorra.
Pode-se aplicar para remover poluentes orgânicos, como pesticidas, hidrocarbonetos aromáticos polinucleares (PAH) do solo e sedimentos.
Pode envolver plantas aquáticas que abrigam populações ativas de degradadores microbianos, como, por exemplo, a estimulação da degradação da atrazina por hepáticas.