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Índice utilizado para avaliar o risco de carência de ferro assimilável e de indução de clorose férrica. Depende das características do solo (teor de calcário activo) e da sensibilidade da planta à carência de ferro. Determina-se, geralmente, utilizando a razão entre o teor de calcário activo (método de Drouineau, 1959) e o teor de ferro extraído com oxalato de amónio, (NH4)2 C2 O4, expresso em miligramas por quilograma (mg kg−1), elevado ao quadrado. Foi proposto por Juste e Pouget em 1972 a partir de estudos sobre a cultura da videira. Designa-se IPC e é adimensional. Por vezes, também se determina pela razão entre o teor de calcário activo e o teor de ferro extraído com ácido etilendiaminotetraacético (EDTA) ou com ácido dietilentriaminopentaacético (DTPA), o que supõe considerar que o ferro extraído é o disponível para a planta.