Quantidade de nitrogênio orgânico no solo que pode ser convertido pela atividade da biomassa microbiana heterotrófica em formas inorgânicas solúveis (N-NH4 e N-NO3).
Este conceito foi inicialmente proposto por G. Stanford e S. L. Smith em 1972 para quantificar o aporte de nitrogênio disponibilizado às culturas pelo solo, montante a ser levado em conta em recomendações de fertilização, ou para avaliar a eficácia de novas alternativas analíticas.