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Estratégia que aplica os princípios da bioestimulação à rizosfera, com base nas interrelações entre raízes e microrganismos do solo (bactérias e fungos).

Deve-se distinguir:

1) a rizoestimulação ativa, que consiste em selecionar determinadas plantas e microrganismos, de modo que os exsudatos radiculares estimulem a ação dos microrganismos inoculados para eliminar determinado contaminante. Por exemplo, uma cultivar de pasto (Lolium multiflorum) foi selecionada devido à sua capacidade de produzir um sistema radicular altamente ramificado, enraizar profundamente e carregar uma alta população de Pseudomonas spp em suas raízes, bactérias capazes de degradar o naftaleno.

2) a rizoestimulação passiva, que consiste na introdução de plantas no local contaminado para estimular o crescimento de microrganismos naturais presentes na rizosfera.

A eficiência dependerá do volume de solo explorado pela rizosfera, dos exsudatos das raízes, da quantidade de população microbiana cujo crescimento foi estimulado e de sua capacidade de biorremediação ou de seu efeito positivo sobre outros microrganismos biorremediadores. É um método alternativo à escavação, extração e tratamento para limpar terrenos contaminados.