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Protozoários que vivem principalmente em comunidades aquáticas e ambientes úmidos, muito presentes em turfeiras, onde decompõem celulose e lignina.

Constituem um indicador de paleoecologia, pois sua casca silicosa é resistente a ácidos e está bem preservada, fornecendo informações sobre as mudanças paleoambientais e paleoclimáticas ocorridas durante o Pleistoceno-Holoceno. Também são utilizados como indicadores de ambientes lacustres contaminados por resíduos químicos de minas e indústrias; para determinar o grau de eutrofia dos lagos; como indicadores edáficos, pela especificidade que possuem para determinados biótopos terrestres; e para conhecer a resposta dos microrganismos à ação da luz ultravioleta.