Transtorno fisiológico causado em plantas não tolerantes por alumino biodisponível absorvido pelas raízes e incorporado na planta. Constitui um dos problemas mais graves para o crescimento de plantas susceptíveis à toxicidade por alumínio em solos ácidos com pH inferior a 5,5, valor abaixo do qual o alumínio se encontra em formas assimiláveis (Al3+, Al(OH)2+ e Al(OH)2+). O crescimento é afectado por concentrações de Al3+ na fase líquida superiores a 3,6 mg L−1 no milho e de 1,8 mg L−1 na soja. Os efeitos do alumínio solúvel e do facilmente permutável são transtornos na translocação de nutrientes (potássio, cálcio e magnésio) na parte aérea, inibição do crescimento radical, e raízes mais curtas e grossas e de aspecto atrofiado, o que se traduz em menor volume de solo explorado, menor resistência à seca, menor vigor da planta e menor rendimento.