Tipo de praguicida que deriva de materiais naturais, como plantas, microrganismos e alguns minerais capazes de agir contra pragas de plantas (insetos, fungos, ácaros, ervas invasoras) com riscos mínimos à saúde humana e ao meio ambiente.
Classificam-se em: 1) bioquímicos: substâncias naturais envolvidas em o pareamento, como feromônios sexuais de insetos, ou como extratos vegetais distintos que atraem pragas de insetos para uma armadilha; 2) microbianos: contém um fungo, bactérias, protozoários ou vírus como ingrediente ativo (por exemplo, os mais utilizados vêm da bactéria Bacillus thuringiensis ou Bt, por sua capacidade de segregar uma proteína que mata seletivamente quando ingerido por larvas de insetos); 3. planta praguicida: variedades protegidas genéticamente contra insetos ou proteção incorporada na própria planta (Protetores Incorporados na Planta, PIP), por exemplo, milho geneticamente modificado que possui um genoma modificado capaz de produzir a proteína Bt que o protege da broca (Ostrinia nubilalis quando o inseto se alimenta da planta.
A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) fornece informações sobre isso. Acessível em: https://www.epa.gov/pesticides/biopesticides.