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Conjunto de princípios, normas, protocolos, tecnologias e práticas que são implementadas para evitar o risco à saúde e ao meio ambiente que vem da exposição a agentes biológicos que causam doenças infecciosas.

A Organização Mundial da Saúde define biosseguridade de laboratório como: os princípios, tecnologias e práticas de contenção que são implementados para evitar a exposição não intencional a agentes biológicos e toxinas, ou sua liberação acidental.

O Comitê de Agricultura da FAO define biosseguridade como: o uso inócuo e ecologicamente sustentável de todos os produtos biológicos e suas aplicações para a saúde humana, biodiversidade e sustentabilidade ambiental em apoio à melhoria da segurança alimentar global.

A finalidade é minimizar riscos e prevenir impactos negativos sobre pessoas e ecossistemas, por meio de protocolos que avaliam os riscos de diversas ações antrópicas, como o uso de espécies vegetais, insetos e microrganismos geneticamente modificados (OGM); a introdução de espécies não nativas em um território; os procedimentos para depósito e eliminação de qualquer agente que possa ser perigoso.

Os protocolos de biosseguridade geralmente incluem: 1) identificação e análise de riscos; 2) avaliação de risco; 3) comunicação de risco à comunidade científica, às autoridades reguladoras, à imprensa e ao público; 4) aplicação de medidas de controle; 5) monitoramento e exame.