Técnica de fitorremediação que usa espécies de plantas nativas para imobilizar contaminantes in situ. Contaminantes são retidos no solo ao redor das raízes, impedindo-os de serem transportados para fora do local por erosão ou escoamento superficial.
A fitotestabilização pode ser combinada com a aplicação de corretivos orgânicos ou inorgânicos que, ao vincular ao contaminante, o imobilizam. Além disso, a aplicação de certos corretivos pode alterar as condições físicoquímicas do solo e favorecer a precipitação/imobilização do poluente (por exemplo, pH básico para a imobilização de elementos catiônicos como chumbo, zinco, cádmio, cobre ou níquel; e pH neutro ou ligeiramente ácido para a imobilização do arsênico);
Estas técnicas requerem monitoramento periódico para verificar se as condições de descontaminação são mantidas.