Processo de fixação biológica do azoto atmosférico resultante da simbiose de microrganismos com essa capacidade com as raízes de algumas plantas. As simbioses mais conhecidas, que dão lugar à fixação de azoto, são as das bactérias do género Rhizobium com as fabáceas (leguminosas), se que existam outras bactérias com esta capacidade (Sinorhizobium meliloti na luzerna, Bradyrhizobium japonicum na soja). Algumas plantas não leguminosas têm também tal capacidade de simbiose, principalmente com bactérias do género Frankia (p. e., com plantas dos géneros Alnus, Coriaria, Eleagnus e Casuarina), ou com cianobactérias. A fixação simbiótica do azoto tem grande importância ecológica e agronómica.