Técnica de tratamento de contaminantes (degradação, extração ou imobilização) a um nível aceitável e seguro. O objetivo vai além de simplesmente eliminar a causa da poluição, trata-se de proteger as pessoas e o meio ambiente de possíveis danos causados pela exposição a contaminantes.
Antes de planificar una remediação econômica e eficaz, de acordo com o RD 9/2005 de 14 de Janeiro (BOE núm. 15 de 18 de Janeiro), deve-se aprofundar na compreensão do comportamento do contaminante no meio e dos processos. Isso requer: 1) um relatório preliminar da situação de cada um dos solos em que se desenvolve uma atividade potencialmente poluidora; 2) caracterização por amostragem e análise; 3) avaliação e diagnóstico dos impactos.
O planejamento de remediação envolverá a seleção das técnicas e processos corretivos mais adequados e eficientes e a elaboração do projeto de remediação de acordo com as regulamentações ambientais de cada país.
Os métodos convencionais de remediação podem ser físicos, químicos ou biológicos, podendo ser utilizados de forma complementar. As principais técnicas de remediação disponíveis são: atenuação natural e quatro tipos de remediação biológica: 1) biorremediação microbiana (bioestimulação e bioacumulação); 2) fitorremediação (dendroremediação, fitodegradação, fitoextração, ficorremediação, fitoestabilização, fitovolatilização, rizodegradação); 3) micorremediação; 4) biorremediação animal.