Processo de acumulação in situ de sais mais solúveis do que o gesso, sem que haja intervenção de processos de transporte, que têm origem nos produtos da meteorização de rochas que contêm minerais como a albite, p. e.), segundo a concepção de autores russos, como Kovda. É um processo pouco frequente, porque os produtos solúveis resultantes da meteorização são facilmente transportados em solução e se acumulam noutros locais da paisagem, onde produzem uma salinização secundária. Os autores anglo-saxones e portugueses utilizam o termo salinização primária como sinónimo de salinização natural e consideram que a salinização devida a acções antrópicas é um processo de salinização secundária.