Teoria segundo a qual a lignina é utilizada de forma incompleta pelos microrganismos e o resíduo passa a fazer parte do húmus do solo. Isso implica a perda de grupos metoxila (OCH3) com a formação de o-hidroxifenóis e a oxidação de cadeias laterais alifáticas para formar grupos COOH, e mudanças sucessivas produzem ácidos húmicos e ácidos fúlvicos. Esse mecanismo pode predominar em solos mal drenados e sedimentos úmidos, embora alguns autores considerem essa teoria obsoleta.