Teoria que estabelece a origem, as propriedades e a importância do alumínio nos solos ácidos, como causa dos problemas de toxicidade que os mesmos apresentam. Estabelece que a pH inferior a 5,5 o alumínio na forma (Al(H2O)6)3+ permanece no solo em forma solúvel e permutável e, como tal, biodisponível para as plantas. A curva de neutralização de um solo-Al3+ corresponde à de um ácido fraco, o que é concordante com o comportamento dos solos ácidos. As reacções de hidrólise das espécies aluminosas, entre as quais (Al(H2O)6)3+ + H2O → (AlOH(H2O)5)2+ + H3O+, geram protões, causando acidez que se reflecte no pH do solo. Estas constatações experimentais levaram a que a teoria do alumínio substituísse nos anos cinquenta do século